Estão abertas as matrículas para cursos de língua inglesa em dois núcleos de ensino da rede pública municipal de ensino. São 120 vagas, sendo 60 para a escola Henrique Equelman, no Jacintinho, no turno vespertino, e 60 para a Escola Cícera Lucimar, no Poço, no período noturno. As aulas tenham início na próxima terça-feira (27).
As matrículas para o Núcleo de Línguas Estrangeiras, na Escola Municipal Henrique Equelman, no Jacintinho, podem ser realizadas por meio deste link: https://forms.gle/aC4AvL7p8vW3AVdj9. Já os interessados nas vagas da Escola Municipal Cícera Lucimar, no Poço, devem se inscrever neste link: https://forms.gle/9QV1Xox3miscwvuGA.
Ampliar conhecimentos
De acordo com o coordenador do Núcleo de Línguas Estrangeiras da Semed, professor Jeferson Simons, aprender inglês é uma oportunidade de ampliar conhecimentos, desenvolver habilidades e aumentar as possibilidades de inserção no mundo do trabalho.
“Antigamente, aprender inglês parecia algo distante. As pessoas diziam: ‘Eu não vou para os Estados Unidos nem para a Inglaterra. Vou aprender inglês para quê?’. Só que o mundo veio até nós por meio da internet, da ciência e da tecnologia”, destaca.
O coordenador explica que o idioma está presente no cotidiano, inclusive nos manuais de equipamentos como smartphones e notebooks, tornando o conhecimento da língua importante mesmo para quem não precisa viajar para o exterior.
“O mundo veio até nós, e a língua inglesa é importantíssima porque nos conecta com a ciência, a tecnologia, a música e o cinema. Hoje em dia, as empresas dão preferência a profissionais bilíngues, que conseguem se expressar em duas línguas, pois muitas delas são multinacionais e mantêm contato com clientes de outros países”, argumenta.
Jeffson ressalta, ainda, que o domínio do inglês pode abrir portas no mundo do trabalho, inclusive para profissionais que atuam remotamente. Segundo ele, há alunos que procuram o curso justamente pela necessidade de se comunicar com clientes estrangeiros.
“Tenho uma aluna chamada Francielle que fazia aulas comigo. Ela trabalha em home office porque a empresa para a qual presta serviços não é do Brasil. Ela mantém contato com clientes de fora do país, e o inglês é fundamental para essa comunicação”, relata.









