Fotografias da exposição “Mãos que Fazem Alagoas”, que detalham o trabalho que sustenta o Guerreiro, o Bumba-meu-boi, o Mamulengo e a luteria popular em Alagoas serão expostas no Museu Floriano Peixoto, na Praça dos Martírios, no centro de Maceió, de 1° a 06 de setembro de 2026.
As imagens compõem um livro cujo conceito acompanha a exposição: fotografar o gesto, não o objeto. O material retrata o trabalho de artistas que são mestres em adereçar o boi, modelar o rosto de um mamulengo, curtir o couro e afinar o tambor, por exemplo. Os artistas são os seguintes:
- Thales Rodrigo, decorador e desenhista de diversos Bumba-meus-bois, que projeta cada boi no papel antes de adeceçá-lo
- Vânia Oliveira, que faz chapéus de Guerreiro, Thales Rodrigo, desenhista de Bumba-meus-boi, Daniel Silva, membro de uma trupe de Mamulengo, além de Dalmo Almeida, que constrói instrumentos de percussão.
- Daniel Silva, psicólogo, escritor, artesão, ator e membro da Trupe Canguelê, que levou o Mamulengo alagoano e sua técnica em recicláveis a Portugal e Rússia;
- Dalmo Almeida, luthier popular que constrói instrumentos de percussão a partir de resíduos coletados na Lagoa Mundaú e coordena há catorze anos o Batuque Mundaú, instituição que trabalha com jovens em situação de vulnerabilidade social.
Lançamento de livro
No mesmo dia da exposição, o pesquisador Daniel Silva lança o fotolivro Mãos que Fazem Alagoas: saberes, ofícios e memórias, em edição física, comercializada a um valor simbólico promocional de lançamento, com versão digital distribuída gratuitamente após o evento.
O projeto também inclui o mini-documentário “Mãos que Fazem Alagoas”, disponível em https://www.youtube.com/watch?v=2NEVtf9NsCs , que amplia o ensaio em uma narrativa fílmica de cerca de treze minutos.









