Your API key has been restricted. You may upgrade your key at https://www.weatherbit.io to remove this restriction.

Ação rápida de policiais penais salva bebê engasgado em Rio Largo

Agentes perceberam a gravidade da situação e iniciaram as manobras de desobstrução das vias aéreas adequadas
No posto de combustível, grupo conseguiu salvar o bebê que havia se engasgado (crédito: reprodução)

Um momento de desespero vivido por uma família alagoana teve um final feliz graças à rápida ação de policiais penais, nessa sexta-feira (13), em Rio Largo, Região Metropolitana de Maceió. O grupo conseguiu salvar um bebê que havia se engasgado, enquanto os familiares tentavam levá-lo às pressas para atendimento médico.

A caminho da  Unidade de Pronto Atendimento (UPA), os familiares avistaram uma viatura da Polícia Penal parada em um posto de combustível e pediram ajuda. Os agentes, que abasteciam o veículo, perceberam imediatamente a gravidade da situação e iniciaram as manobras de desobstrução das vias aéreas adequadas para bebês.

PUBLICIDADE


A intervenção foi rápida e eficaz. Em poucos instantes, o pequeno voltou a respirar normalmente, trazendo alívio para todos.

Um dos policiais envolvidos na ocorrência, Felipe Campos, contou como tudo aconteceu.

“Eu vi a criança no banco da frente com a avó e corri para fazer a manobra de desengasgo de bebês. Depois que a situação foi controlada, a guarnição ainda explicou aos pais como reconhecer o engasgo e aplicar as técnicas corretas”, relatou.

Orientação

Após o resgate, os policiais aproveitaram o momento para orientar a família sobre como agir em casos de engasgo infantil, demonstrando as manobras de primeiros socorros utilizadas em bebês.

Em situações envolvendo adultos e crianças maiores, por exemplo, é comum a aplicação da “Manobra de Heimlich”, procedimento de emergência usado para desobstruir as vias aéreas quando há bloqueio por alimento ou outro objeto.

Segundo o Ministério da Saúde, o engasgo é uma das principais causas de morte acidental no país, com estimativa de 2 mil a 3 mil mortes por ano, afetando principalmente crianças pequenas e idosos com mais de 65 anos.