A atriz alagoana Aline Marta Maia recebeu, nesse sábado (23), durante a solenidade de premiação do 53º Festival de Cinema de Gramado, a estatueta de melhor atriz coadjuvante pela atuação em “A Natureza das Coisas Invisíveis”, de Rafaela Camelo.
No palco do Palácio dos Festivais, a atriz Vitória Strada fez a entrega do “Kikito” (troféu) à Aline Marta. A alagoana brincou com o peso da estatueta e disse estar muito emocionada com a premiação.
“Sinceramente, eu não esperava. Tem tanta gente boa aqui nesse festival. Eu quero agradecer a confiança da minha querida diretora, Rafaela, por me dar esse presente”, declarou a atriz.
Foi o segundo Kikito conquistado pelo cinema alagoano durante o maior festival do Brasil e um dos mais tradicionais da América Latina. Na sexta-feira (22), a produção alagoana “O Mapa em que Estão Meus Pés”, de Luciano Pedro Jr., foi escolhido o melhor curta-metragem brasileiro pelo júri da crítica.
O grande vencedor da 53ª edição do Festival de Cinema de Gramado foi “Cinco Tipos de Medo” (MT), de Bruno Bini, que levou para casa quatro Kikitos: Melhor Filme, Melhor Roteiro e Melhor Montagem para Bini, além do prêmio de Melhor Ator Coadjuvante para Xamã.
“A Natureza das Coisas Invisíveis”, de Rafaela Camelo, garantiu ainda os prêmios de Melhor Trilha Musical para Alekos Vuskovic, além do Prêmio Especial do Júri.

Mais sobre a atriz alagoana
Aline Marta iniciou sua carreira em 1976. Atuou nos grupos teatrais alagoanos Comédia Alagoense e Infinito Enquanto Truque. Estreou no cinema nos anos de 1980, com participação no média-metragem Tana’s Take, dirigido por Almir Guilhermino, exibido no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro em 1987.
Atuou nos longas “Casa de Antiguidades” (2020), de João Paulo Miranda Maria -selecionado para o Festival de Cannes 2022-, e “Curral” (2018/2021), de Marcelo Brennand — exibido na Mostra Internacional de São Paulo 2020.
Também figura no elenco de “Serial Kelly”, de Renê Guerra. Foi premiada como melhor atriz coadjuvante no Festival do Rio (2022) com o filme “Carvão” e, em 2023, por “Pedágio”, ambos sob a direção de Carolina Markowicz.
Ela ainda participou de diversos curtas, dentre os quais, o premiado “A Barca”, de Nilton Rezende; “As Travessuras de Dalvinha” (2015) e “Desalmada e Atrevida” (2007), ambos do cineasta Pedro Rocha.
Aperte o PLAY e confira, abaixo, o momento da entrega da premiação:











