O Projeto Samu nas Escolas (PSE) tem se destacado por levar a alunos de escolas públicas atividades lúdicas e informativas sobre primeiros socorros e os prejuízos causados pelos trotes ao serviço de emergência.
Durante a ação, acadêmicos de Medicina e Enfermagem da Ufal, selecionados pelo PSE, ensinam noções práticas sobre primeiros socorros em situações como engasgos, desmaios, choques elétricos, quedas e queimaduras.
As atividades do projeto, já postas em prática na Escola Estadual Thomaz Espíndola, na Ponta Grossa, em Maceió, foram adaptadas à faixa etária das crianças, com linguagem acessível e dinâmicas interativas.
Projeto tem caráter cidadão
Segundo a coordenadora do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estadual, enfermeira Beatriz Santana, o projeto se diferencia pelo caráter cidadão, beneficiando alunos entre 6 e 12 anos.
“O Samu nas Escolas é um dos nossos projetos mais importantes porque vai além, dá orientação técnica. Ensina o valor da vida, a importância do serviço de urgência e os graves danos que um simples trote pode causar”, afirma Beatriz.
A diretora geral da Escola Thomaz Espíndola, Maria Cleide Gadi, reforça a relevância da iniciativa. “Esse projeto é fundamental para a sociedade. O que os alunos aprenderam hoje, levam para a vida”, diz.
Socorro a aluno ferido
Ela se recordou de aluno bateu a cabeça numa pilastra, sangrou muito. “Ficamos sem saber o que fazer. Agora, com essas orientações, tanto os professores quanto os alunos saberão agir até a chegada do Samu”, conta.
Maria lembrou que, quando alguém brinca de ligar para o 192 sem necessidade, outra pessoa que realmente precisa de ajuda pode não ser atendida a tempo — e isso pode levar à morte do paciente.










