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Ufal é homenageada por criar plataforma Tela Brasil

Moção da Câmara de São Carlos (SP) reconhece a contribuição da universidade alagoana para democratizar o audiovisual no país
Plataforma foi desenvolvida por 80 integrantes da Ufal (crédito: assessoria)

A Universidade Federal de Alagoas (Ufal), por meio do Núcleo de Excelência em Tecnologias Sociais (Nees), recebeu uma moção de congratulação da Câmara Municipal de São Carlos (SP). A homenagem reconhece a relevância do trabalho desenvolvido no lançamento da plataforma Tela Brasil, destacando a inovação produzida pelas universidades públicas e o fortalecimento do acesso à cultura.

Aprovada durante a 20ª Sessão Ordinária do legislativo paulista, a Moção nº 178 foi estendida também à Presidência da República, ao Ministério da Cultura, à Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e às equipes técnicas envolvidas. O documento ressalta o potencial do projeto em descentralizar a circulação de obras e valorizar narrativas de todas as regiões do país.

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A Tela Brasil é a primeira plataforma pública federal e gratuita de streaming dedicada exclusivamente ao audiovisual brasileiro. Desenvolvido com a expertise tecnológica do Nees, o catálogo inicial reúne mais de 500 obras, entre filmes, séries, documentários, animações e conteúdos históricos.

“Um reconhecimento como esse nos enche de orgulho e reforça o compromisso que assumimos desde o início: o de colocar uma tecnologia social a serviço das pessoas e da cultura brasileira”, declarou a professora Luciana Santa Rita, da coordenação de projetos do Nees. Segundo ela, o resultado é fruto de uma ampla rede de parcerias e esforços coletivos para levar o streaming a quem mais precisa.

Para o reitor da Ufal, Josealdo Tonholo, a honraria reflete a competência técnica de toda a comunidade acadêmica. Ele aponta que a iniciativa resolve um gargalo histórico na difusão do cinema nacional.

“É um marco na cultura do país. A plataforma estimula que toda a produção financiada pelo governo federal — via leis Rouanet, Aldir Blanc e Paulo Gustavo — seja efetivamente disponibilizada para a população de forma funcional e democrática, com controle de acesso pelo Gov.br. Será um instrumento de propagação da nossa identidade e uma ferramenta fantástica para fins didáticos, do ensino fundamental ao superior”, destacou o reitor.

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