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Distribuição gratuita de peixes combate insegurança alimentar

Em dois anos, Governo de Alagoas combateu fome ao distribuir 2,3 milhões de alevinos para pequenos agricultores
Casal de agricultores mostra pacote com tilápias, antes de introdução em sua propriedade

Em dois anos, 2,3 milhões de alevinos foram distribuídos entre pequenos produtores rurais alagoanos, garantindo segurança alimentar nutricional em comunidades e em assentamentos onde há situação de vulnerabilidade.

Os peixes foram adquiridos pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagri) e doados como parte de estratégia para impulsionar a geração de renda em comunidades rurais, garantindo segurança alimentar.

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Além de garantir o acesso a alimentos nutritivos, o projeto social do Governo de Alagoas estimula a produção local e fortalece a economia destas comunidades. Em média, cada produtor produz 475 kg de peixes por ano.

Alimento rico em proteínas, vitaminas e outros nutrientes, o pescado também é importante para o consumo familiar principalmente nos municípios com situação social mais vulnerável, avisa o Governo de Alagoas.

Para a secretária estadual de Agricultura Aline Rodrigues, distribuição combate a vulnerabilidade social em comunidades com menos de 20 mil habitantes e onde a agricultura impacta na geração de emprego e renda.

“Conseguimos dar o suporte às famílias do campo, ajudando o nosso estado a combater a vulnerabilidade social e a insegurança alimentar”, avalia Aline Rodrigues, secretária de Agricultura do Governo de Alagoas.

Como solicitar alevinos

Para fazer a solicitação de alevinos, os agricultores interessados devem enviar um ofício para o e-mail [email protected] para a Estação de Piscicultura de Xingó, em Piranhas.

As informações são encaminhadas ao setor responsável, que avalia os critérios de público-alvo e quantidade disponível. Após validação, a entrega é inserida no cronograma de entregas.

Após agendamento com a equipe responsável pelo programa, os beneficiários deverão ir até a Estação de Reprodução, em Piranhas, para receber seus alevinos.

Cada família beneficiada recebe cerca de 1.000 alevinos, podendo desenvolver sua produção para consumo próprio e comercialização do excedente.